segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Governo quer dar pensão vitalícia a ex-jogadores

Essa noticia é de 2010, mas não sei como ficou essa pouca vergonha:

Quinta-feira, 13/05/2010 às 18:49:39

Foi enviado ao Congresso hoje (13), pelo Presidente Luís Inácio Lula da Silva, um projeto de lei que beneficia ex-jogadores de futebol, campeões do mundo, com uma pensão vitalícia. A proposta refere-se aos atletas das copas de 1958,62 e 70. Além do auxílio mensal fornecido pelo governo, os campeões também receberão um prêmio de R$100mil, além de auxílio mensal de até R$ 3,4 mil.

O pagamento da mesada será um complemento à renda do ex-jogador até que seja atingido o teto da aposentadoria da Previdência Social, que é R$ 3.416,54. Dessa forma, se um jogador ganha R$ 2 mil por mês, ele receberia do governo R$ 1.416,54.

O argumento divulgado pelo governo, são as dificuldades econômicas que alguns atravessam atualmente. O texto foi publicado hoje no Diário Oficial. Segundo o texto, as despesas decorrentes da lei “correrão à conta do Tesouro Nacional e constarão de programação orçamentária específica existente no Ministério do Esporte, no tocante ao prêmio, e do Ministério da Previdência Social, no tocante ao auxílio especial mensal”.

No caso de falecimento do atleta, o texto prevê que a família receberá o benefício, ainda segundo a proposta, o prêmio de R$ 100 mil será isento de Imposto de Renda e contribuição previdenciária.


Os jogadores já foram beneficiados com vários mimos e salarios altos, se não souberam poupar e fazer seu pé de meia não é espoliando mais ainda os cofres públicos em detrimento dos trabalahdores sacrificados que passam 35 anos contribuindo com a previdencia e depois precisão ir a justiça atrás de seus direitos que se resolve.
Porque será que sempre são os trabalhadores que pagam o pato?


A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta segunda-feira (15) a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2012, publicada no "Diário Oficial" da União.

15/08/2011 - 12h46

Como a Folha antecipou na semana passada, a pedido da equipe econômica, a presidente vetou pontos do texto aprovado pelo Congresso Nacional, entre eles a meta para o deficit nominal de 0,87%.

"O estabelecimento de um teto para o resultado nominal, num contexto em que já se dispõe de meta para superavit primário para o setor público, limita o campo de atuação da política monetária para fins de cumprimento da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional", explica o despacho publicado hoje no "Diário Oficial".

A presidente também vetou o artigo da LDO que previa a reserva de verba do orçamento do ano que vem para reajustes acima da inflação para os aposentados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). O artigo previa que tais reajustes seriam definidos com as centrais sindicais e os representantes da iniciativa privada.

"Não há como dimensionar previamente o montante de recursos a serem incluídos no PLOA - 2012 (projeto do orçamento) uma vez que, até o seu envio, a política em questão poderá ainda não ter sido definida", explica o despacho publicado hoje no Diário Oficial, junto com a sanção da LDO.

O reajuste real beneficiaria os aposentados que ganham acima de um salário mínimo, já que, para o piso salarial, já existe a regra de somar o PIB de dois anos antes, mais a inflação do ano anterior.

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