terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Estado versus cidadão

Quando usamos de algum serviço público, somos tratados pelo estado como se ele fosse. Pois o estado acredita piamente que o cidadão é mau carater, caloteiro como o próprio estado o é. Principalmente se for estado do RGS!

Hoje fui transferir um veiculo e ai começa a maratona de burocracias (ministro Beltrão deve ter se transformado numa furadeira de impacto no tumulo).

Primeiro que é preciso comprovar residencia no seu nome, se a pessoa mora com algum familiar e não tem uma malditada conta de energia elétrica no seu nome, é um sem teto, e pra contornar isso, tem que fazer uma declaração reconhecida em cartório.

Um pais onde o juiz ordena prisão domiliciar ao um mendico, imagine onde chegamos!!

Além disso devido a incopetencia do poder público em zelar pela lei, temos que preencher um recibo de transferencia com reconhecimento de firma além do vendedor também do comprador. E para se resguardar de problemas que o estado não consegue zelar, o individuo ainda tem que fazer copia autenticada de tudo, só ai se gasta por baixo 60 reais.

Mas não é só isso, o pior, o otário vai pagar as taxas de transferencia numa agencia autorizadda em dinheiro, e mesmo assim o sistema informatizado (deveria ser sistema letargico) não informa que ocorreu a transferencia, mesmo que tenha sido pago e exista um comprovante bancário do pagamento.

Então, por ser o estado um caloteiro, ele julga que o contribuinte (mesmo com os comprovantes) e o banco, também seja um caloteiros, e não autoriza o serviço, só no outro dia.

É muito complicado conviver com tamanha estupidez e mesmo assim ainda aceitamos com o rabo no meio das pernas, vamos pra casa esperar mais um dia de burocracia.

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